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Etapas municipais do Congresso do PSOL em Curitiba já estão marcadas

20 jul
Mesa do I Congresso Nacional do PSOL.

Mesa do I Congresso Nacional do PSOL.

Em 2015 a militância e os filiados do PSOL tem uma missão muito importante: definir a nova direção nacional e o que o partido vai fazer nos próximos 2 anos no V Congresso do PSOL. E esse processo se inicia em breve, agora em agosto, com as etapas municipais (plenárias) que visam debater as teses e eleger delegados para o Congresso Estadual, momento que posteriormente serão eleitos delegados para o Congresso Nacional.

As plenárias acontecem nos municípios onde há filiados do PSOL. Em Curitiba, por conta do tamanho da cidade, serão realizadas 5 plenárias. O filiado deverá se credenciar apenas em uma, tendo direito então a participar do debate das teses escritas e inscritas para o Congresso. Para tal, precisará contribuir com a taxa de R$15,00, que vai custear toda a realização do Congresso.

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ENEM. E nem é para todos!

30 out

libras

O Núcleo de Acessibilidade do PSOL-Curitiba recebeu diversas reclamações de estudantes surdos que se sentiram prejudicados na prova do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Em Curitiba, alguns surdos que fizeram o ENEM reclamam da falta de profissionais qualificados para atender o público surdo usuário da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).

A LIBRAS é a primeira língua da população surda, reconhecida pela Lei 10.436/02; sendo assim, a sua forma de comunicação e compreensão do mundo dá-se através da LIBRAS. Porém, nesta edição do ENEM, muito surdos foram negligenciados e afirmam que em suas salas não havia intérpretes com domínio da língua de sinais e que, por isso, não conseguiam estabelecer nem uma comunicação mínima, prejudicando o desempenho dos candidatos surdos.

A candidata P. P. C. disse que ficou muito nervosa ao chegar ao local da prova e perceber que os intérpretes que iriam fazer a tradução da prova não sabiam sinalizar direito. Além disso, durante a realização da prova eles negaram-se a traduzir a prova, e falaram que poderiam apenas dar o sinal de vocabulários que a mesma não conhecia. Quando perguntava alguma palavra, eles diziam que não sabia o significado.

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11J – É tempo de luta para a juventude e as trabalhadoras/es

11 jul

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O mês de junho demonstrou que a sociedade brasileira não ficará mais calada. Milhões de pessoas foram às ruas demonstrar sua indignação frente aos mais diversos temas. Ficou claro que o problema vai para além dos 20 centavos da tarifa: a reivindicação é por direitos, os quais ficam inviabilizados e precarizados em uma sociedade em que tudo se torna mercadoria. Mais do que nunca a voz das ruas chama por saúde, educação e transporte. O país do futebol questiona os gastos da copa, e não para por aí.

Está patente nas ruas uma recusa à forma tradicional de se fazer política, da qual a grande maioria da população não é sujeito ativo. O governo Dilma apontou de forma confusa uma proposta de plebiscito sobre reforma política, ao mesmo tempo em que dá respostas insuficientes, isso quando dá alguma, às demandas dos movimentos. Em primeiro lugar, reafirma que não mexerá no lucro dos empresários, e é a partir daí que faz suas propostas.

Os atos e paralizações que acontecem nesse dia 11 de julho por todo país são a prova de que as tentativas do governo de esvaziar as ruas não funcionarão. Não deixaremos de lutar enquanto não formos realmente ouvidos: queremos decidir tudo! O PSOL se orgulha de construir essas lutas em conjunto com o movimento, e é através dessa organização coletiva que acreditamos que conseguiremos conquistas.

Só a luta muda a vida!

 A luta do transporte não pode parar
Já conseguimos uma primeira vitória na cidade de Curitiba com a redução da tarifa para R$2,70 – mas isso ainda não é suficiente. A tarifa deve ficar congelada em R$2,60 e a CPI do transporte deve funcionar de fato para abrir a caixa preta da máfia da URBS! As ruas devem ser ouvidas: não ao ônibus rosa! Passe livre para estudantes e desempregados já!

Plenária do PSOL-Curitiba

5 abr

Dando sequência ao calendários de plenárias bimestrais, o Diretório Municipal do PSOL Curitiba convida a todos e todas para a plenária municipal do PSOL-Curitiba, a ser realizada no próximo domingo, 14/04/2013, às 9h30, na Casa Amarela (R. José Bonifácio, 139 – Largo da Ordem – em frente ao cursinho Dynamico).

Pauta:

I. Política municipal;

II. Organização do partido no município;

III. Resoluções;

Todos os militantes, filiados e simpatizantes estão convidados a participar.

Plenária do PSOL-Curitiba

19 fev

O Diretório Municipal do PSOL Curitiba convida a todos e todas para a plenária municipal do PSOL-Curitiba, a ser realizada no próximo domingo, 24/02/2013, às 9h30, na Casa Amarela (R. José Bonifácio, 139 – Largo da Ordem – em frente ao cursinho Dynamico).

Pauta:

I. Informes locais e nacionais;

II. Conjuntura e atividades do partido;

III. Resoluções;

IV. Finanças.

Todos os militantes, filiados e simpatizantes estão convidados a participar.

Plenária do PSOL Curitiba enche a Casa Amarela

11 nov

Com a presença de dezenas de militantes na manhã de hoje, o PSOL Curitiba inicia uma nova tradição: a realização de grandes plenárias bimestrais com o conjunto dos filiados na cidade. A iniciativa do Diretório Municipal do PSOL Curitiba busca consolidar o grande grupo de pessoas que tem se aproximado do partido no último período, organizando-os nos núcleos de base e setoriais. Durante a manhã, os Núcleos de Saúde, Juventude, Mulheres, LGBT, Formação Política, Movimento Popular, Trabalhadores, Educação e Acessibilidade contribuíram com a apresentação de suas intervenções e militâncias nos últimos meses, além de apontarem quais serão as suas próximas atividades. Também houve apresentação da Executiva Municipal do PSOL com falas da Presidência, Secretaria Geral, de Comunicação e de Formação Política, além da representação da diretoria da Fundação Lauro Campos de Curitiba.

O PSOL tem se afirmado como a alternativa de esquerda para a organização dos trabalhadores e trabalhadoras de Curitiba e fazemos o convite permanente as pessoas para ocuparem a política, se organizando no partido e potencializando suas lutas conosco.

Você tem opção, você tem o PSOL!
Filie-se ao partido em Curitiba!

Apresentação do PSOL reúne mais de 60 pessoas

24 ago

Foto: Anne Tozetto

Na noite de ontem, 23 de agosto, mais uma vez o Comitê de Campanha da Frente de Esquerda (PSOL-PCB) esteve lotado. Dessa vez, para uma plenária de apresentação do PSOL, com a presença de Fernando Tostão Silva, jornalista e membro do Diretório Nacional do PSOL, organizada pelo Diretório Municipal do partido. Estavam presentes mais de 60 pessoas, entre militantes do movimento sindical, estudantil, LGBT, advogados, artistas e simpatizantes de maneira geral.

Na apresentação do PSOL, foi feita uma análise da construção de diversas alternativas partidárias de esquerda em todo o mundo, como o Bloco de Esquerda em Portugal, NPA na França, Syriza na Grécia e Die Linke na Alemanha e foi colocada a importância da construção do PSOL no Brasil para o fortalecimento de um espaço de aglutinação de todos aqueles que enxergam os governos de Lula e Dilma como mecanismos de fortalecimento e conservação do atual modelo econômico no Brasil.

Após a apresentação, os candidatos a prefeito e vice da Frente de Esquerda, Bruno Meirinho e Sueli Fernandes, falaram sobre as experiências da atual campanha eleitoral. Ao final, foram transmitidos videos dos programas eleitorais da Frente de Esquerda.

Ao final, vários presentes resolveram se filiar ao PSOL, dando seguimento ao processo de construção dessa alternativa partidária, que não desiste e não se vende.

Bruno Meirinho presente na Conferência Estadual da Pessoa com Deficiência. Mais uma vez o único!

13 ago

Nesta segunda-feira, 13 de agosto, aconteceu a abertura a III Conferência Estadual da Pessoa com Deficiência, na Universidade Positivo em Curitiba. Bruno Meirinho foi o único candidato a prefeito presente na atividade e teve a oportunidade de apresentar o programa do PSOL e da Frente de Esquerda para a pessoa com deficiência. Meirinho esteve acompanhado de sua vice, Sueli Fernandes, que é especialista na área e professora de Libras (Língua Brasileira de Sinais) na UFPR.

Esse foi o segundo evento ligado a pauta dos movimentos sociais durante a campanha eleitoral que teve Bruno Meirinho como único candidato a prefeito presente. No dia 14 de julho, Meirinho esteve presente na Marcha das Vadias, evento que reuniu mais de 1.500 pessoas e denunciou a violência contra as mulheres.

Para a Frente de Esquerda, a luta das pessoas com deficiência é uma luta justa e necessária e que merece atenção especial do poder público, com efetivação de políticas públicas para este segmento da população. Na maior parte dos órgãos públicos, não há políticas de acessibilidade, intérpretes de Libras e outros mecanismos de inclusão. Para combater esta situação, o PSOL aprovou, em seu II Congresso (2009), o apoio ao uso de Libras e tem utilizado esta língua para convites de atividades partidárias.

PSOL propõe plebiscito para a Copa do Mundo em Curitiba

25 jul

Fonte: G1

Embora seja o mais novo na disputa eleitoral à prefeitura de Curitiba, Bruno Meirinho (PSOL), já disputa o cargo pela segunda vez. Aos 30 anos, ele defende que a cidade precisa de mais participação popular nas decisões que influenciam no futuro dos curitibanos. “Vamos implantar uma gestão democrática, com plebiscitos e consultas públicas”, afirma ao ser questionado sobre como irá governar, caso seja eleito.

Meirinho é advogado e atua como consultor na área de planejamento urbano. Nestas eleições, o partido dele, PSOL, decidiu formar a chamada Frente de Esquerda e terá o apoio do Partido Comunista Brasileiro (PCB) na chapa que vai concorrer à prefeitura e aos cargos de vereador.

Em entrevista ao G1, Meirinho explicou que a coligação irá lutar pela implantação do socialismo em Curitiba e irá lutar contra o “mito da cidade modelo”, que, segundo ele, se instituiu na capital paranaense.

Política
Para Meirinho, a chapa com o PCB apresenta coerência. O candidato avalia que nas outras chapas há muitas contradições ideológicas que fazem as campanhas perderem a identidade política. Meirinho acredita que as outras chapas tratam as eleições apenas como se fosse um “cálculo eleitoral”. “É um grupo com uma identificação política, que encontra uma personalidade com bastante voto individual. Esse grupo busca outro que tem outra identificação política e se coligam para fazer uma campanha”, diz. A avaliação do candidato é de que falta aos adversários enxergarem que a cidade é feita de pessoas e de desejos.

Para ele, não há espaço para que a população possa dizer o que pensa sobre os rumos da cidade. “Nosso maior objetivo nesta campanha é convidar as pessoas para participarem da política, se apropriarem da política”, diz. Meirinho crê que os recentes escândalos envolvendo a Câmara de Vereadores, por exemplo, são mostras de que os candidatos eleitos não representam a população da cidade. “Existe uma elite política, que se apropriou do poder, e vem se sucedendo. A solução para isso é mais participação, mais informação, mais transparência”, afirma.

A avaliação de Meirinho é de que os atuais canais de interação entre a administração pública e a população, como as reuniões para a montagem do orçamento municipal não são eficientes. “Muitas dessas audiências são apenas apresentações das atividades do governo. Elas não são, de fato, espaços de ouvir as pessoas. Muito embora eles [prefeitura] deem esse nome, na prática, elas não são audiências”, reflete.

Proteção às minorias
Bruno Meirinho foi o único dos candidatos a prefeito a participar da Marcha das Vadias, que ocorreu em Curitibano dia 7 de julho. De acordo com ele, essa participação foi resultado da política defendida pelo PSOL, de proteção às minorias. “As mulheres, os negros e os LBGTs estão vivendo uma condição de desigualdade mais forte. Além do aspecto numérico e socioeconômico, são pessoas que sofrem muito preconceito no dia a dia”, avalia.

Para ele, Curitiba é uma cidade com uma estrutura social racista, machista e homofóbica. “A marcha das vadias tinha esse espírito, de divulgar esse aspecto. A marcha tinha uma pauta política”, conta. Ele acredita que medidas como o incentivo às expressões culturais da população negra, o aumento do percentual de mulheres na Câmara de Vereadores e a promoção da cultura popular podem ser usadas para combater as desigualdades sofridas por essa parcela da população.

Meirinho crê que há espaço para a mudança dessa cultura. O problema, porém, passaria pelo poder público. “Acho que existe um sentimento autêntico, verdadeiro, uma energia positiva, que não é essa energia contida. Acho que as pessoas, historicamente, foram caladas. Curitiba é um modelo de administração da ditadura militar. Desde o plano diretor, todos os prefeitos foram os chamados prefeitos biônicos”, afirma. Ele avalia que a repressão imposta pelas administrações fez com que esse desejo de mudança da população ficasse contido, mas que essa realidade está mudando e que movimentos como a Marcha das Vadias representam isso.

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Reunião do Núcleo de Acessibilidade

4 jul

Núcleo de Acessibilidade do PSOL Curitiba convida a todos e todas para sua reunião, a ser realizada na próxima quinta-feira, 05/07/2012, às 17h30, na sede do DM PSOL-Curitiba (R. Cons. Laurindo, 655, sala 6).

Pauta:

I. Retomada das pautas da última reunião (Movimento Popular, vídeos, curso de LIBRAS, entre outras)

II. Informes

III. Cotização e finanças

IV. Campanha eleitoral

Mais informações: Jonatas (8449.9395)