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Curitiba sediará seminário da Fundação Lauro Campos

12 abr

IMG-20160412-WA0007Visando contribuir para a elaboração dos programas de governo a serem apresentados nas cerca de 200 cidades onde o PSOL irá disputar as eleições neste ano, a Fundação Lauro Campos está promovendo seminários temáticos em várias cidades. E Curitiba está nesta rota: vai receber, no dia 16 de abril, o seminário sobre Direitos Humanos e Segurança Pública e sobre Saúde.

Para os seminários, serão convidados militantes dos Setoriais do PSOL e também ativistas e formuladores dos temas que estarão em debate. A Fundação Lauro Campos repetirá o método já usado em outras eleições e nas plataformas eletrônicas utilizadas em Porto Alegre (Compartilhe a mudança), Curitiba (De olho na cidade) e Rio de Janeiro (Se a cidade fosse nossa), que prevê a ampla participação, independente da filiação ao partido.

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Trabalhadoras/es da Saúde fazem protesto em frente ao Hospital do Idoso nesta quinta-feira

18 ago

Sindy_psy_01Fonte: Sindypsi-PR

Ao meio-dia desta quinta-feira (20), cerca de 200 trabalhadores e trabalhadoras são esperados para uma manifestação em frente ao Hospital do Idoso Zilda Arns, em Curitiba. O objetivo é pressionar a Fundação Estatal de Atenção Especializada em Saúde (FEAES), que administra serviços de saúde da capital,  a negociar a regulamentação da jornada de 30 horas semanais para as categorias. Atualmente, a jornada de trabalho na FEAES pode ser de até 40 horas por semana.

A mobilização é fruto de um cenário desigual: servidores estatuários da saúde de Curitiba já cumprem jornada de 30 horas semanais, enquanto os trabalhadores da FEAES não têm acesso a esse direito. Além disso, a redução da jornada de trabalho para a área da saúde é uma recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

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Etapas municipais do Congresso do PSOL em Curitiba já estão marcadas

20 jul
Mesa do I Congresso Nacional do PSOL.

Mesa do I Congresso Nacional do PSOL.

Em 2015 a militância e os filiados do PSOL tem uma missão muito importante: definir a nova direção nacional e o que o partido vai fazer nos próximos 2 anos no V Congresso do PSOL. E esse processo se inicia em breve, agora em agosto, com as etapas municipais (plenárias) que visam debater as teses e eleger delegados para o Congresso Estadual, momento que posteriormente serão eleitos delegados para o Congresso Nacional.

As plenárias acontecem nos municípios onde há filiados do PSOL. Em Curitiba, por conta do tamanho da cidade, serão realizadas 5 plenárias. O filiado deverá se credenciar apenas em uma, tendo direito então a participar do debate das teses escritas e inscritas para o Congresso. Para tal, precisará contribuir com a taxa de R$15,00, que vai custear toda a realização do Congresso.

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O PT e a privatização da saúde em Curitiba

17 jul

feaesPublicado originalmente no Blog Amenidades

Por Thiago Bagatin*

O último domingo (12) foi marcado pela chuva e pelo encerramento da 13ª Conferência Municipal de Saúde de Curitiba. O numeral 13, denominador da quantidade de conferências realizadas no município até então, refere-se casualmente à sigla partidária que hoje está à frente da pasta da saúde.

No leilão entre amigos de distribuição de cargos, secretarias e poder, que contempla desde DEM até o PT, este último partido foi o que indicou o secretário de saúde e todo escalão subsequente. Muita expectativa girou em torno das “mudanças de gestão” que estavam por vir. Porém, o que assistimos até agora foi mais do mesmo.Cabe lembrar que em 2011, quando o PT era oposição ao então prefeito Luciano Ducci (PSB), os vereadores de “esquerda” da Câmara Municipal tiveram um papel importante no contraponto à criação da Fundação Estatal de Atenção Especializada em Saúde (FEAES), que de “estatal”, cada vez mais fica demonstrado, só existe o nome.

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Plenária da campanha Fora Beto Richa é nesta quinta-feira

16 maio

unnamedNa próxima quinta-feira, dia 21 de maio, as 19h00, será realizada em Curitiba, nas escadarias da praça Santos Andrade, no centro da cidade, a primeira reunião pública e aberta visando organizar a campanha “Fora Beto Richa”. A reunião está sendo organizada diversos ativistas, correntes políticas, sindicatos e movimentos sociais que entendem que chegou o momento de mobilizar todo o conjunto da população paranaense pela saída de Beto Richa do governo do estado.

Desde fevereiro temos escutado nas manifestações a palavra de ordem “Fora Beto Richa”. E o que parecia algo muito distante, passou a se tornar possível a partir das duas ocupações da ALEP em fevereiro e do episódio da bancada do camburão. Ali ficou claro que Beto Richa não tinha mais condições de governar e que seu mandato iria se “arrastar” nos próximos anos. Depois disso, tivemos a divulgação de pesquisas apontando a desaprovação recorde do governador, as denúncias de corrupção e pedofilia envolvendo assessores, a perseguição a jornalistas e o descumprimento dos acordos que possibilitaram, em março, o fim das greves dos trabalhadores do serviço público estadual. Por fim, o massacre do dia 29 de abril, com o cinismo característico dos tucanos para justificar o ocorrido.

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Roda de conversa: o 29 de abril e a situação do governo Beto Richa

3 maio

betorichaNa próxima quarta-feira, 06 de maio, realizaremos uma roda de conversa aberta que tem como objetivo pensar e planejar os próximos passos do PSOL na conjuntura política em nosso estado. A reunião vai acontecer a partir das 19h na sede do partido, na rua Desembargador Westphalen, 485, cj. 22, próximo a praça Rui Barbosa.

Desde fevereiro deste ano, especialmente a partir das manifestações e greve protagonizadas pelos educadores e demais servidores públicos estaduais, temos ouvido ecoar o “Fora Beto Richa”, entoado por milhares de trabalhadores em todo Paraná. De lá pra cá, a situação do governador se agravou, por conta da crise financeira do estado, de denúncias de um esquema que envolve corrupção e pedofilia e com a perseguição a jornalistas.

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Saúde em Curitiba: da expectativa à decepção

17 mar

3899326Por Rhayane Lourenço* e Bernardo Pilotto**

Eleito com um discurso oposicionista e prometendo uma genérica mudança, Gustavo Fruet assumiu a Prefeitura de Curitiba sob olhares atentos e boas expectativas da população. Entre as principais demandas, estava a melhoria do sistema de saúde da capital, que cada vez mais era alvo de reclamações.

Logo que assumiu, Fruet nomeou o médico Adriano Massuda para a Secretaria Municipal de Saúde. Essa nomeação reforçou as boas expectativas com a Prefeitura, visto que Massuda, jovem, professor da UFPR e sanitarista, representava uma renovação para a gestão da pasta.

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Reunião do Núcleo de Saúde

8 mar

Núcleo de Saúde do PSOL Curitiba convida a todos e todas para sua reunião, a ser realizada na quarta-feira, 11/03/2015, às 19h30, na sede do PSOL (R. Desembargador Westphalen, 485, cjto. 22).

Pauta:

I. Plenária do PSOL;

II. Conferência de Saúde;

III. Finanças;

IV. Coordenação do Núcleo.

Mais informações: Etiene (41-9721.6078).

PSOL avaliará governo Fruet em plenária

5 mar
Greve dos trabalhadores da saúde, liderada pelo SISMUC, questionou a gestão de Fruet.

Greve dos trabalhadores da saúde, liderada pelo SISMUC, questionou a gestão de Fruet.

No próximo dia 14 de março, o PSOL realiza uma plenária em Curitiba com o objetivo de avaliar a gestão de Gustavo Fruet (PDT/PT/PV) a frente da Prefeitura de Curitiba. Todos os filiados e militantes do partido na cidade estão convocados para a reunião que será realizada no período da manhã, a partir das 10h00, na sede municipal do PSOL (R. Desembargador Westphalen, 485, cj. 22).

O objetivo desta plenária é possibilitar uma troca de avaliações entre pessoas das mais diversas áreas de militância acerca de como tem sido a Prefeitura de Fruet. Por conta disso, os núcleos de base do partido estão produzindo documentos, sobre suas respectivas pautas, para serem apresentados na plenária.

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Todo apoio à luta dos professores e servidores estaduais do PR

12 fev

Todo apoio à luta dos professores e servidores estaduais do PR

Abaixo a repressão, abaixo a retirada de direitos

Nesta tarde de quinta-feira, 12 de fevereiro, a tropa de choque do governador tucano Beto Richa dá outra demonstração de como os governos da ordem e do ajuste neoliberal pretendem solucionar a crise: com brutal repressão sobre os professores e servidores em greve e ainda para garantir a entrada dos deputados vendidos e anti-populares no prédio da Assembleia Legislativa. O objetivo é instalar uma sessão para tentar aprovar de costas para o povo um amplo pacote de retirada de direitos.

Os professores estaduais estão em greve, outros setores do funcionalismo também, lutando contra um pacote que praticamente liquida com direitos e conquistas históricas dos servidores.

O governo tucano do estado, que sempre pretendem ser mais realistas do que o rei, seguem ao pé da risca a lógica que se alastra por quase todos os governos em todas as esferas: querer solucionar a grave crise econômica e social defendendo os interesses do capital e do mercado financeiro.

Os banqueiros não param de lucrar, o Orçamento da União não para de ir para o pagamento dos juros da dívida pública, centenas de milhões de reais correm pelos rios da corrupção, enquanto isso falta água, pois os rios secam e o descaso com o investimento em infra-estrutura cobra agora um preço alto, falta energia elétrica, a educação e saúde dão novo passo para o colapso, reforma agrária e reforma urbana passam longe da agenda de governos como Dilma Roussef e Beto Richa.

Mas está crescendo a resistência, a luta dos trabalhadores, a luta popular.

Neste momento desenvolve-se no Paraná um capítulo importante dessa resistência.

É imperioso uma ampla solidariedade nacional em defesa das greves dos servidores públicos do estado, das suas ações massivas e um repúdio categórico à repressão da tropa de choque.

É preciso pronunciamento de entidades sindicais, dos movimentos populares, dos partidos e parlamentares em nível nacional denunciando as ações truculentas no Estado. É preciso denunciar esta vergonha de que uma maioria de deputados precise da tropa de choque para conseguir aprovar o ajuste neoliberal no estado.

Todo apoio a greve e ocupação dos professores e servidores estaduais do PR!

Abaixo a retirada de direitos!

Abaixo a repressão policial!

Executiva Nacional do PSOL

12 de fevereiro de 2015