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Imaturidade

28 out

Por Lucas Lipka Pedron* e Rafael Athayde**

Os fascistas abrem suas asas. Espalham o medo e o ódio, cobrindo com as trevas da violência o sol da liberdade que tenta reerguer-se no horizonte. Matam e bradam, os ludistas, palavras de ordem cheias de ódio, quebrando portões, janelas, as portas das escolas que juram tão hipocritamente defender. Estes reacionários se multiplicam, se alimentam do sofrimento e da barbárie, repetindo em suas poucas vozes a podridão de palavras torpes, fermentadas no borbulhar das profundezas dos intestinos de governantes autoritários. Estes covardes canalhas, com seus embustes e seus tacapes, estufam o peito galinácio, ostentando suas fragilidades irracionais. Mas brava e brandamente os jovens secundaristas envergam o arco e tiram do alforje a verdadeira flecha da democracia, e matam as esperanças fúteis desses crápulas sorrateiros e mesquinhos.O medo paralisante desfalece em cinzas, e a alegria renasce a cada dia para nos lembrar que devemos lutar, mas TEMER JAMAIS.

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Aos professores sobre o seu dia

15 out

alep-01Por Sérgio Andrew Farias*

Hoje foi um dia complicado, muita gente dizendo que deve-se comemorar o dia do professor, entrei em sala e disse não, não deve ser comemorado e sim refletido.
E agora começamos a reflexão.

Deveríamos estar discutindo EDUCAÇÃO, e não dia comemorativo. Não pensem que sou mau agradecido, não, mas a sociedade não valoriza nosso trabalho, critica nossa greve, critica nossas criticas e critica nosso trabalho, em partes isso é produtivo, mas, infelizmente é a critica destrutiva, a que quer ver você mal, punido pelo que fez e disse, e isso se encaixa em pais, alunos e professores.
Só para deixar claro, professores reclamam da educação, de seu trabalho, reclamam de seus alunos, de suas atitudes, de seu linguajar, dele em si, mas não para pra refletir, quem é esse aluno, o que ele faz e de onde ele veio, o que ele quer e como e quando quer, enfim, quem é ele e quais suas vontades, e como posso tentar fazer com que meu conteúdo se aproxime da sua realidade.

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Etapas municipais do Congresso do PSOL em Curitiba já estão marcadas

20 jul
Mesa do I Congresso Nacional do PSOL.

Mesa do I Congresso Nacional do PSOL.

Em 2015 a militância e os filiados do PSOL tem uma missão muito importante: definir a nova direção nacional e o que o partido vai fazer nos próximos 2 anos no V Congresso do PSOL. E esse processo se inicia em breve, agora em agosto, com as etapas municipais (plenárias) que visam debater as teses e eleger delegados para o Congresso Estadual, momento que posteriormente serão eleitos delegados para o Congresso Nacional.

As plenárias acontecem nos municípios onde há filiados do PSOL. Em Curitiba, por conta do tamanho da cidade, serão realizadas 5 plenárias. O filiado deverá se credenciar apenas em uma, tendo direito então a participar do debate das teses escritas e inscritas para o Congresso. Para tal, precisará contribuir com a taxa de R$15,00, que vai custear toda a realização do Congresso.

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V Congresso Municipal do PSOL – Ata e resoluções

15 jun

Ata do V Congresso Municipal do PSOL Curitiba

O V Congresso Municipal do PSOL Curitiba foi realizado no dia 13/06/2015, das 9:30h as 17:30h, na sede do Núcleo Sindical Curitiba Norte da APP-Sindicato, na Avenida Marechal Floriano Peixoto, 306 cj 83. O congresso foi constituído das seguintes etapas: 1) Balanço da política municipal; 2) Apresentação de teses; 3) Debates; 4) Resoluções e 5) Eleição do Diretório Municipal. A mesa foi composta, na parte da manhã, por Renata Moraes, presidenta municipal e Cesar Fernandes, secretário de comunicação. No período da tarde, a mesa foi composta por Renata, Cesar e por Jean Aurélio, representando o secretário de formação política, Alef Franklin.

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Plenária da campanha Fora Beto Richa é nesta quinta-feira

16 maio

unnamedNa próxima quinta-feira, dia 21 de maio, as 19h00, será realizada em Curitiba, nas escadarias da praça Santos Andrade, no centro da cidade, a primeira reunião pública e aberta visando organizar a campanha “Fora Beto Richa”. A reunião está sendo organizada diversos ativistas, correntes políticas, sindicatos e movimentos sociais que entendem que chegou o momento de mobilizar todo o conjunto da população paranaense pela saída de Beto Richa do governo do estado.

Desde fevereiro temos escutado nas manifestações a palavra de ordem “Fora Beto Richa”. E o que parecia algo muito distante, passou a se tornar possível a partir das duas ocupações da ALEP em fevereiro e do episódio da bancada do camburão. Ali ficou claro que Beto Richa não tinha mais condições de governar e que seu mandato iria se “arrastar” nos próximos anos. Depois disso, tivemos a divulgação de pesquisas apontando a desaprovação recorde do governador, as denúncias de corrupção e pedofilia envolvendo assessores, a perseguição a jornalistas e o descumprimento dos acordos que possibilitaram, em março, o fim das greves dos trabalhadores do serviço público estadual. Por fim, o massacre do dia 29 de abril, com o cinismo característico dos tucanos para justificar o ocorrido.

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Roda de conversa: o 29 de abril e a situação do governo Beto Richa

3 maio

betorichaNa próxima quarta-feira, 06 de maio, realizaremos uma roda de conversa aberta que tem como objetivo pensar e planejar os próximos passos do PSOL na conjuntura política em nosso estado. A reunião vai acontecer a partir das 19h na sede do partido, na rua Desembargador Westphalen, 485, cj. 22, próximo a praça Rui Barbosa.

Desde fevereiro deste ano, especialmente a partir das manifestações e greve protagonizadas pelos educadores e demais servidores públicos estaduais, temos ouvido ecoar o “Fora Beto Richa”, entoado por milhares de trabalhadores em todo Paraná. De lá pra cá, a situação do governador se agravou, por conta da crise financeira do estado, de denúncias de um esquema que envolve corrupção e pedofilia e com a perseguição a jornalistas.

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“Foi um massacre”, diz Luciana Genro sobre o 29 de abril em Curitiba

1 maio

11165160_1055368157824453_5723419281245474065_nFonte: Gazeta do Povo

Uma das candidatas à presidência da república no ano passado, Luciana Genro (PSOL) veio a Curitiba nesta sexta-feira (1º), feriado do Dia Internacional do Trabalho, em um compromisso apontado como de solidariedade aos professores da rede estadual de ensino, que foram enfrentados com violência pela Polícia Militar nesta semana, durante protestos.

Em um ato público que reuniu também representantes do PSOL, como o vereador do Rio de Janeiro Babá, Luciana conversou com cerca de 200 pessoas na Praça 19 de Dezembro, no Centro de Curitiba.

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PSOL avaliará governo Fruet em plenária

5 mar
Greve dos trabalhadores da saúde, liderada pelo SISMUC, questionou a gestão de Fruet.

Greve dos trabalhadores da saúde, liderada pelo SISMUC, questionou a gestão de Fruet.

No próximo dia 14 de março, o PSOL realiza uma plenária em Curitiba com o objetivo de avaliar a gestão de Gustavo Fruet (PDT/PT/PV) a frente da Prefeitura de Curitiba. Todos os filiados e militantes do partido na cidade estão convocados para a reunião que será realizada no período da manhã, a partir das 10h00, na sede municipal do PSOL (R. Desembargador Westphalen, 485, cj. 22).

O objetivo desta plenária é possibilitar uma troca de avaliações entre pessoas das mais diversas áreas de militância acerca de como tem sido a Prefeitura de Fruet. Por conta disso, os núcleos de base do partido estão produzindo documentos, sobre suas respectivas pautas, para serem apresentados na plenária.

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Todo apoio à luta dos professores e servidores estaduais do PR

12 fev

Todo apoio à luta dos professores e servidores estaduais do PR

Abaixo a repressão, abaixo a retirada de direitos

Nesta tarde de quinta-feira, 12 de fevereiro, a tropa de choque do governador tucano Beto Richa dá outra demonstração de como os governos da ordem e do ajuste neoliberal pretendem solucionar a crise: com brutal repressão sobre os professores e servidores em greve e ainda para garantir a entrada dos deputados vendidos e anti-populares no prédio da Assembleia Legislativa. O objetivo é instalar uma sessão para tentar aprovar de costas para o povo um amplo pacote de retirada de direitos.

Os professores estaduais estão em greve, outros setores do funcionalismo também, lutando contra um pacote que praticamente liquida com direitos e conquistas históricas dos servidores.

O governo tucano do estado, que sempre pretendem ser mais realistas do que o rei, seguem ao pé da risca a lógica que se alastra por quase todos os governos em todas as esferas: querer solucionar a grave crise econômica e social defendendo os interesses do capital e do mercado financeiro.

Os banqueiros não param de lucrar, o Orçamento da União não para de ir para o pagamento dos juros da dívida pública, centenas de milhões de reais correm pelos rios da corrupção, enquanto isso falta água, pois os rios secam e o descaso com o investimento em infra-estrutura cobra agora um preço alto, falta energia elétrica, a educação e saúde dão novo passo para o colapso, reforma agrária e reforma urbana passam longe da agenda de governos como Dilma Roussef e Beto Richa.

Mas está crescendo a resistência, a luta dos trabalhadores, a luta popular.

Neste momento desenvolve-se no Paraná um capítulo importante dessa resistência.

É imperioso uma ampla solidariedade nacional em defesa das greves dos servidores públicos do estado, das suas ações massivas e um repúdio categórico à repressão da tropa de choque.

É preciso pronunciamento de entidades sindicais, dos movimentos populares, dos partidos e parlamentares em nível nacional denunciando as ações truculentas no Estado. É preciso denunciar esta vergonha de que uma maioria de deputados precise da tropa de choque para conseguir aprovar o ajuste neoliberal no estado.

Todo apoio a greve e ocupação dos professores e servidores estaduais do PR!

Abaixo a retirada de direitos!

Abaixo a repressão policial!

Executiva Nacional do PSOL

12 de fevereiro de 2015

Pátria Educadora?

8 jan

chile344791Fonte: PSOL Nacional

Por Luiz Araújo*

No dia 1º de janeiro iniciou-se o segundo mandato da presidenta Dilma. No discurso feito no parlamento, Dilma anunciou o lema deste novo período na direção do país: Brasil, pátria educadora.

Afirmou que o lema refletia “com clareza qual será a nossa grande prioridade e sinaliza para qual setor deve convergir o esforço de todas as áreas do governo”. E disse ainda que o mesmo possui duplo sentido, de um lado sinalizando que “a educação será a prioridade das prioridades” e, por outro, que as ações de governo devem ter um “sentido formador, uma prática cidadã, um compromisso de ética e um sentimento republicano”.

Talvez ainda seja cedo (quatro dias após o anúncio) para entender se o lema é apenas uma jogada de marketing de um dos temas que renderam votos na campanha eleitoral ou realmente a eleição de uma nova prioridade governamental.

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