Arquivo | democratização da comunicação RSS feed for this section

Reunião da Comissão de Comunicação

15 ago

Na próxima segunda-feira, 17 de agosto, acontece a primeira reunião da Comissão de Comunicação do PSOL-Curitiba. Esta Comissão surgiu a partiu da demanda de entendermos a comunicação a partir de suas dimensões políticas e técnicas e foi uma deliberação do V Congresso Municipal do PSOL-Curitiba, realizado em 13 de junho. Essa primeira reunião também terá como tarefa a organização da parte de comunicação dos seminários de programa de governo, que começam a ser realizados em 10 de setembro.

A Comissão será formada a partir de todos e todas que estão interessados em contribuir para o funcionamento de uma equipe de comunicação do PSOL.

A reunião terá início as 19h30 e será realizada na sede do PSOL, no 13º andar do Ed. Asa, na praça Osório (R. Voluntários da Pátria, 475).

Para saber mais e acessar o evento no Facebook, clique aqui.

Etapas municipais do Congresso do PSOL em Curitiba já estão marcadas

20 jul
Mesa do I Congresso Nacional do PSOL.

Mesa do I Congresso Nacional do PSOL.

Em 2015 a militância e os filiados do PSOL tem uma missão muito importante: definir a nova direção nacional e o que o partido vai fazer nos próximos 2 anos no V Congresso do PSOL. E esse processo se inicia em breve, agora em agosto, com as etapas municipais (plenárias) que visam debater as teses e eleger delegados para o Congresso Estadual, momento que posteriormente serão eleitos delegados para o Congresso Nacional.

As plenárias acontecem nos municípios onde há filiados do PSOL. Em Curitiba, por conta do tamanho da cidade, serão realizadas 5 plenárias. O filiado deverá se credenciar apenas em uma, tendo direito então a participar do debate das teses escritas e inscritas para o Congresso. Para tal, precisará contribuir com a taxa de R$15,00, que vai custear toda a realização do Congresso.

Continue lendo

Somos contra as perseguições a jornalistas no Paraná

22 abr

censuraditaduraUma reunião realizada em Curitiba nesta quarta-feira, 22 de abril, marcou o lançamento de uma campanha, organizada pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (SindiJor/PR), contra as perseguições a jornalistas e em favor da liberdade de expressão e de melhores condições de trabalho.

A situação limite foi a ameaça de morte ao jornalista James Alberti, de Londrina, que investigava casos de corrupção e pedofilia envolvendo pessoas próximas ao governo do estado do Paraná. No momento, James se encontra fora do estado e em segurança. Além desta ameaça, recentemente jornalistas da Gazeta do Povo haviam sido constrangidos a divulgarem suas fontes depois de uma reportagem sobre a Polícia Militar e a Polícia Civil.

Continue lendo

Setorial de Negras e Negros e Setorial de Mulheres manifestam sobre posicionamento de Jean Willys

20 nov

Carta dos setoriais de negros e negras e de mulheres do PSOL sobre a manifestação de Jean Wyllys sobre o seriado “Sexo e as Negas”

A veiculação do programa “O sexo e as nega” tem alimentado diversos debates junto ao movimento de mulheres negras brasileiro desde o início de sua produção. O debate sobre a representação da mulher negra na grande mídia não é um debate novo para nós. A imagem historicamente construída e midiaticamente naturalizada, é baseada no papel social atribuído às mulheres negras, em que a subalternidade e precariedade de trabalho caminha ao lado da sensualidade erótica, sempre reforçando e naturalizando o papel de todas essas formas de exploração – de raça, gênero e classe.

E é durante o novembro negro, justamente na semana da Consciência Negra, que nos deparamos com a campanha #EuAmoSexoEAsNega organizada por alguns atores da TV Globo para defender o programa de autoria de Miguel Falabella. Uma das justificativas apresentadas para a defesa do programa seria o fato dxs negrxs terem muito pouco espaço de trabalho na teledramaturgia brasileira,que incorpora e reproduz um preceito liberal para o qual as mudanças podem ser fruto de paulatinas inserções e incorporações nos ambientes de poder, o que mudaria, por si só, um lugar socialmente e historicamente construído. Ora, o que o próprio debate acerca do programa indica é que não.

Continue lendo

11J – É tempo de luta para a juventude e as trabalhadoras/es

11 jul

Image

O mês de junho demonstrou que a sociedade brasileira não ficará mais calada. Milhões de pessoas foram às ruas demonstrar sua indignação frente aos mais diversos temas. Ficou claro que o problema vai para além dos 20 centavos da tarifa: a reivindicação é por direitos, os quais ficam inviabilizados e precarizados em uma sociedade em que tudo se torna mercadoria. Mais do que nunca a voz das ruas chama por saúde, educação e transporte. O país do futebol questiona os gastos da copa, e não para por aí.

Está patente nas ruas uma recusa à forma tradicional de se fazer política, da qual a grande maioria da população não é sujeito ativo. O governo Dilma apontou de forma confusa uma proposta de plebiscito sobre reforma política, ao mesmo tempo em que dá respostas insuficientes, isso quando dá alguma, às demandas dos movimentos. Em primeiro lugar, reafirma que não mexerá no lucro dos empresários, e é a partir daí que faz suas propostas.

Os atos e paralizações que acontecem nesse dia 11 de julho por todo país são a prova de que as tentativas do governo de esvaziar as ruas não funcionarão. Não deixaremos de lutar enquanto não formos realmente ouvidos: queremos decidir tudo! O PSOL se orgulha de construir essas lutas em conjunto com o movimento, e é através dessa organização coletiva que acreditamos que conseguiremos conquistas.

Só a luta muda a vida!

 A luta do transporte não pode parar
Já conseguimos uma primeira vitória na cidade de Curitiba com a redução da tarifa para R$2,70 – mas isso ainda não é suficiente. A tarifa deve ficar congelada em R$2,60 e a CPI do transporte deve funcionar de fato para abrir a caixa preta da máfia da URBS! As ruas devem ser ouvidas: não ao ônibus rosa! Passe livre para estudantes e desempregados já!

PSOL na MARCHA DAS VADIAS | Pra mudar Curitiba tem que ter peito!

9 jul

Imagem

A Marcha das Vadias é um ato contra a culpabilização da mulher e das LGBT nos casos de violência. É sobre a luta feminista e anti-LGBTfóbica, pela legalização do aborto, pela democratização dos meios de comunicação, pela visibilidade trans e lésbica, pelo direito de amar plenamente.

Venha com o PSOL para a Marcha das Vadias Curitiba 2013!

Concentração: 13 JULHO – 9:30h na Praça da Mulher Nua
“Pra mudar Curitiba tem que ter peito..”

https://www.facebook.com/events/371771252922561

Campanha “Para Expressar a Liberdade” em Curitiba

29 maio

965049_10201299755075829_134636252_oNesta terça-feira, 28 de maio, reuniram-se, na sede do Sindicato dos Psicólogos do Paraná, movimentos sociais, sindicatos, ONGs, partidos e entidades estudantis buscando organizar a campanha “Para Expressar a Liberdade” em Curitiba. A reunião foi uma iniciativa da Frentex-PR (Frente Paranaense pelo Direito à Comunicação e Liberdade de Expressão), da qual o PSOL faz parte desde 2010.

Nacionalmente, a Campanha, que foi lançada em 27 de agosto de 2012, é uma articulação do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) e tem como objetivo a apresentação de um Projeto de Lei de iniciativa popular para uma nova lei geral da comunicação no Brasil. O ponto de partida do projeto de lei são as mais de 600 propostas aprovadas na I Conferência Nacional de Comunicação (que aconteceu em 2009) e que até hoje não foram encaminhadas.

A reunião desta terça-feira marcou um evento de lançamento da campanha, que deve acontecer no dia 31 de agosto em Curitiba. A intenção é que, até lá, sejam contactadas entidades, movimentos e militantes dispostos a construir esta campanha, que além do debate político, terá uma grande tarefa de recolher assinaturas (mais de 1 milhão) em apoio ao Projeto de Lei de Iniciativa Popular.

Para o PSOL, esta pauta é de fundamental importância. Por isso que, além de fazer desta Campanha, o partido já vem tomando outras medidas com a mesma intenção, na qual duas se destacam: Ação de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) escrita pelo jurista Fábio Konder Comparato e impetrada pelo PSOL e a criação e participação na Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e Direito a Comunicação com Participação Popular no Congresso Nacional.

A próxima reunião da Campanha será no dia 11 de junho, as 18h30, no Sindijor-PR.

Plenária do PSOL-Curitiba

5 abr

Dando sequência ao calendários de plenárias bimestrais, o Diretório Municipal do PSOL Curitiba convida a todos e todas para a plenária municipal do PSOL-Curitiba, a ser realizada no próximo domingo, 14/04/2013, às 9h30, na Casa Amarela (R. José Bonifácio, 139 – Largo da Ordem – em frente ao cursinho Dynamico).

Pauta:

I. Política municipal;

II. Organização do partido no município;

III. Resoluções;

Todos os militantes, filiados e simpatizantes estão convidados a participar.

A democratização da comunicação não pode esperar pelo projeto de poder do PT

27 fev

imagesNota pública do Setorial de Comunicação e Cultura do PSOL

No dia 20 de fevereiro, o secretário-executivo do Minis-tério das Comunicações, Cezar Alvarez, fez uma declaração diante de uma plateia de cerca de 400 representantes das grandes empresas do setor no país com a qual reafirmou o que se torna cada vez mais evidente: a falta de compromisso do Governo Federal com qualquer avanço relevante no sentido da democratização da comunicação.

Colocando interesses eleitoreiros como prioridade, preocupado em apaziguar os ânimos das elites conservadoras do país e, ao mesmo tempo, garantindo privilégios comerciais aos “donos da mídia”, o representante do governo defendeu ser impossível colocar um novo marco regulatório das comunicações em discussão de forma ampla em um ano pré-eleitoral.

O mau fundamento da justificativa, haja vista que anos pré-eleitorais e eleitorais se alternam no Brasil, expressa a lógica que se perpetua no projeto político do atual governo, que não rompe com a dos que o precederam: assegurar a própria permanência nos altos postos do poder ao preço de bloquear anseios de ampliação dos espaços democráticos por parte da população.

A presidenta Dilma, o ministro Paulo Bernardo e o PT desconsideram, em nome de mais vitórias eleitorais e de acordos tácitos com o capital da radiodifusão, a urgência de uma atualização da legislação de comunicação no país que leve em conta avanços democráticos, como a desconcentração da propriedade, a exploração da radiodifusão como verdadeira concessão pública (e não como bem de uso privado para fins particulares) e a garantia do direito à comunicação como um direito que efetiva outros direitos.

O PT, ainda que se esforce para se apresentar como partido compromissado com o avanço da democratização da comunicação e que muitos de seus filiados realmente acreditem e lutem por essa bandeira, é desacreditado pelo governo Dilma, que prorroga a vigência de um quadro legal assentado em leis como a Lei Geral de Telecomunicações, que já comemora seus 50 anos e antecede o lançamento do primeiro satélite no espaço. O atual marco jurídico tem beneficiado o desenvolvimento e manutenção do oligopólio nacional de empresas como Globo, Record, SBT e Band e da concentração de poder por parte de grandes grupos internacionais como América Móvil, Telefônica da Espanha e Portugal Telecom.

Continue lendo

O ICI e a privatização da inteligência

25 fev
A agora Fruet?

A agora Fruet?

Por Bernardo Pilotto*

A simples mudança na gestão da Prefeitura de Curitiba, de um grupo político que estava há muitos anos no poder, para outro que veio com um discurso mudancista (embora tal mudança não se veja na prática) já trouxe situações a tona que até então eram muito pouco divulgadas. Gostaria de destacar a situação do ICI – Instituto Curitiba de Informática.

ICI, uma Organização Social – Associação sem fins lucrativos criada em 1998, tem gestão em caráter privado com “objeto público”, segundo seu site.  Desde sua fundação, vem assumindo a gestão de toda a parte de informática da Prefeitura de Curitiba e, como informa seu site, faz este serviço para outras cidades e gestões.

A criação do ICI e a transferência de toda a parte da informática para este órgão é fruto de um processo de privatização “nunca antes visto na história do país”. É até difícil argumentar, pois parece óbvio que as informações de uma Prefeitura devem estar sob controle da… Prefeitura e não de uma entidade privada. Informações como as de usuários do SUS, dos trabalhadores do serviço público municipal, do cartão transporte, o sistema 156, armazém da família, entre outras, não podem ficar a mercê de uma entidade privada.

Além do acesso a informação, o ICI também controla a manutenção do sistema, tendo, portanto, uma “carta na manga” para pressionar qualquer gestão da Prefeitura a sucumbir ao poder desta entidade. Como os softwares são criados por aqueles que não os usam diariamente, muitas são as reclamações sobre a ineficácia do sistema.

Continue lendo