Reunião Organizativa do Núcleo LGBT do PSOL Curitiba

30 jan

Na próxima quinta-feira, dia 02/02, às 18h30, na sede do partido (R. Voluntários da Pátria, 475, 13º andar, cj.1313 – Ed. Asa) ocorrerá a reunião organizativa do Núcleo LGBT do PSOL Curitiba.

As pessoas que estiverem interessadas em participar da reunião, que se identificarem e se sentirem abrangidas pelo nosso tema, precisamos de você!

Mais informações: Giana De Marco – (41) 984117733

Reunião PSOL Curitiba – 04/02/17 – 14h30

30 jan

O Diretório Municipal do PSOL Curitiba convida a todos e todas para reunião, a ser realizada neste Sábado, 04/02/2017, às 14h30, na sede do partido (R. Voluntários da Pátria, 475, 13º andar, cj.1313 – Ed. Asa).

Pauta:

1. Mandato paralelo;

2. Finanças;

3. Organizativo;

4. Plenária Geral.

Mais informações: Luiza (41-99876-8287) ou Luccas (41-99203-9869).

Quem é a Hillary na fila do pão?

9 nov

Por Juliana Viani**

hilary

Quando começou a campanha eleitoral dos EUA, em agosto de 2015, existiam vários pré candidatos. Existiam diversos no lado republicano, dois no lado democrata outros tantos independentes. E por interesse acompanho o processo a mais de um ano.

Os vermelhos, cor que representa a extrema direita de lá, apesar das muitas opções, eles estavam entre o ultra conservador religioso e o empresário que falava em gestão e não em política, que destila um discurso de ódio muito semelhante ao dos seus concorrentes de partido, mas muito mais intenso e descarado. Um discurso que é muito atraente, uma pessoa “sem rabo preso com ninguém” e que retira dos seus eleitores o peso da situação do país e joga a culpa de tudo que não deu certo em minorias.

Trump a cada momento atacava uma minoria diferente. Dos atacados, mexicanos e todos os latinos, negras e negros, muçulmanos, migrantes, mulheres foram os alvos favoritos. A campanha foi baseada em calotes a trabalhadores e financiada por sua fortuna obtida com a exploração de trabalhadores ilegais. E se não bastasse as falas e práticas agressivas, casos de estupro e pedofilia cometidos por ele vieram a tona. Um histórico de comportamentos inaceitáveis e ainda aquela historia de muro.

Do outro lado, o azul, existia a disputa entre o senador Sanders que falava em “sus” e regulação do preço dos remédios, universidade publica gratuita e de qualidade, aluguel social, legalização da maconha e outras drogas, direitos das mulheres, aumento da licença maternidade de 2 semanas para 4 meses e legalização do aborto, combate ao racismo e desmilitarização da polícia, politicas para a juventude precarizada, aumento do salario mínimo, direitos do povo palestino (e ele é judeu), auxílio a refugiados e comida orgânica. Particularmente, aquele vovô socialista tentando subverter a eleição era pra mim um Plínio americano.

Do outro lado da disputa democrata tinha uma candidata que é extremamente forte, uma mulher que enfrentou muito sofrimento e abusos no casamento e um machismo institucional muito intenso. Apesar dela ser uma mulher batalhadora, dela ter enfrentado tanta coisa e ser sim digna de respeito e admiração, a agenda política dela é uma agenda de precarização da vida, principalmente das mulheres, negros e negras, juventude e população periférica.

Essa candidata recebeu financiamento de campanha dos planos de saúde, das industrias farmacêuticas, dos fabricantes de armas, das lideranças pró guerra na palestina, de frigoríficos, Walmart, Monsanto, de cadeias privadas, afilhada de wall street recebeu milhões de investidores e das maiores poluidoras do mundo. Em resumo, quem financiou a campanha de Trump, financiou Hillary.

Resultado? Falava que é impossível aumentar salário mínimo, que estudante não paga a faculdade porque não trabalha o suficiente, que Monsanto não é tão ruim, que a saúde é muito difícil deixar universal, que vai deixar o mercado mais independente e que o estado não pode impedir que remédios aumentem o preço 400% de um mês pro outro, nenhuma palavra sobre meio ambiente. A narrativa da campanha antes da tentativa de capitalizar os votos de Bernie era uma, após outra mais bonita, mas com mesmo viés.

Com uma carreira política bem complexa, enquanto o Bernie tem um passado de luta bem extenso e coerente, ela até pouquíssimo tempo atrás votava contra casamento igualitário, adotou politicas de perseguição a juventude negra que aumentaram as taxas de violência policial contribuindo no aumento da população negra encarcerada, ajudou a intensificar guerra contra as drogas, participou ativamente no processo politico que culminou no ISIS, adora uma guerra e votava com regularidade para começar e continuar mais guerras. É figurinha carimbada no WikiLeaks. E os emails é só mais uma historinha. Ruim mesmo foram as fraudes que ajudaram ela a se tornar a candidata oficial.

Questionar a trajetória da candidata virou tabu, erro de análise e, pior, é pecado. Não entendo essa esquerda que vibra pela Hillary, a situação não tava fácil e entre as duas opções fico com nenhuma. Tanto Trump quanto ela são candidatos de direita. Essa ilusão de que existia alguém melhor ou menos pior só serve aos interesses do partido democrata, que não é de esquerda. A batalha para impedir que um socialista chegasse ao poder rendeu na vitória do Trump.

Candidatas mulheres existiram várias, tanto republicanas, quanto democratas e independentes (são de partidos fora do sistema bipartidário, nem democrata nem republicano). Mas vamos conhecer, debater, dar espaço e mídia para mulheres como Jill Stein, socialista de luta, feminista, antiproibicionista, envolvida com os movimentos sociais, com uma campanha militante silenciada pela mídia oligárquica e que nas pesquisas fazia 5% de intenção de voto.

Nessas eleições americanas não havia possibilidade de comemoração, apenas de muita luta daqui pra frente. Muito respeito a Hillary, mas não a sua agenda.

Imaturidade

28 out

Por Lucas Lipka Pedron* e Rafael Athayde**

Os fascistas abrem suas asas. Espalham o medo e o ódio, cobrindo com as trevas da violência o sol da liberdade que tenta reerguer-se no horizonte. Matam e bradam, os ludistas, palavras de ordem cheias de ódio, quebrando portões, janelas, as portas das escolas que juram tão hipocritamente defender. Estes reacionários se multiplicam, se alimentam do sofrimento e da barbárie, repetindo em suas poucas vozes a podridão de palavras torpes, fermentadas no borbulhar das profundezas dos intestinos de governantes autoritários. Estes covardes canalhas, com seus embustes e seus tacapes, estufam o peito galinácio, ostentando suas fragilidades irracionais. Mas brava e brandamente os jovens secundaristas envergam o arco e tiram do alforje a verdadeira flecha da democracia, e matam as esperanças fúteis desses crápulas sorrateiros e mesquinhos.O medo paralisante desfalece em cinzas, e a alegria renasce a cada dia para nos lembrar que devemos lutar, mas TEMER JAMAIS.

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Votamos nulo nesse segundo turno contra os inimigos das lutas sociais

17 out

O segundo turno em Curitiba é disputado por dois candidatos muito parecidos. Ney Leprevost e Rafael Greca representam o mesmo tipo de política e não há nenhuma diferença substancial entre suas propostas, seus apoiadores ou seu passado. Ambos os candidatos representam o bloco político que apoia Beto Richa e que apoiou o golpe parlamentar que destituiu Dilma Roussef. Greca vai na contra mão da Primavera Feminista que ocupou as ruas e derrubou o Cunha. Ney defende o projeto que ataca a liberdade de expressão e pensamento nas escolas.

Entendemos que o projeto político apresentado pelo PSOL e pela Frente de Esquerda no primeiro turno não está representado nesses candidatos, nem de modo parcial. A tecnocracia, o descaso com as pautas identitárias, as propostas higienistas e assistencialistas, o não enfrentamento das máfias da cidade e a sólida união com os setores religiosos fundamentalistas são igualmente contemplados pelos dois candidatos. A única certeza que temos é que nos próximos 4 anos serão necessárias muitas lutas sociais para fazer valer os direitos dos trabalhadores e da juventude da cidade.

Por conta de tudo isso indicamos o voto nulo neste segundo turno. Continuaremos na busca por fazer uma nova forma de política, sem negociata e alianças por interesses privados e particulares e escolhendo lado, o lado dos trabalhadores, da juventude e do combate às opressões.

Convidamos a todos e todas para seguirmos lutando pelos nossos direitos, pela derrubada da PEC 241, que congela salários e investimentos em políticas públicas por 20 anos, e contra as reformas que retiram direitos, como a Trabalhista, a Previdenciária e a do Ensino Médio propostas pelo Temer – essa última que fez com que mais de 450 escolas fossem ocupadas por secundaristas somente no Paraná.

No dia 30 de outubro, vote 50, vote nulo! Em todos os outros dias do ano, construa com o PSOL uma mudança de verdade na nossa sociedade!

Curitiba, 16 de outubro de 2016.

Diretório Municipal – Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)

Reunião do Núcleo de Mulheres

12 out

Núcleo de Mulheres do PSOL-Curitiba convida a todas para sua reunião, a ser realizada na segunda-feira, 17/10/2016, às 19h00, na sede do partido (R. Voluntários da Pátria, 475, 13º andar, Praça Osório).

Pauta:

I. Reorganização do Núcleo;

II. Metodologias de tratamento de casos de machismo.

Mais informações: Anna Gemelli (41-9923.0151).

PSOL realizará plenária municipal neste sábado

10 out
Plenária do PSOL realizada em abril de 2016.

Plenária do PSOL realizada em abril de 2016.

O PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) realizará uma plenária municipal neste sábado, 15 de outubro. O encontro acontece a partir das 15h30, na sede do partido (R. Voluntários da Pátria, 475, 13º andar – Ed. Asa – Praça Osório), eé aberto a todos os filiados e filiadas.

O objetivo da plenária é fazer a avaliação das eleições municipais, além de definir a posição do PSOL acerca do segundo turno em Curitiba.

Também serão debatidos o calendário de atividades para o próximo período, a reorganização das instâncias de base (núcleos) do partido, as ocupações de escola e a luta contra a MP do Ensino Médio e a PEC 241/16.

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Convenção Eleitoral do PSOL será no dia 23 de julho

13 jul
Em Curitiba, o PSOL realizou uma Conferência Eleitoral no dia 10 de abril, em que as principais definições políticas foram tomadas.

Em Curitiba, o PSOL realizou uma Conferência Eleitoral no dia 10 de abril, em que as principais definições políticas foram tomadas.

No próximo sábado, 23 de julho, o PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) realizará a sua Convenção Eleitoral em Curitiba. Na ocasião, deverá ser referendado o nome da advogada feminista Xênia Mello como a candidata a Prefeitura de Curitiba do partido. A Convenção será realizada a partir das 10h na sede do PSOL (R. Voluntários da Pátria, 475, 13º andar – Ed. Asa).

Além do nome de Xênia, a Convenção também formalizará a chapa de candidatos e candidatas à Câmara Municipal, que deve contar com mais de 30 nomes, e o nome do candidato a vice-prefeito.

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PSOL lança Luiza Erundina para presidenta da Câmara dos Deputados

11 jul

13592693_10209357400349812_1908242718475810303_nFonte: PSOL50

O PSOL anunciou nesta segunda-feira (11) a candidatura de Luiza Erundina (SP) para a Presidência da Câmara, cargo vago desde a renúncia de Eduardo Cunha (PMDB/RJ) na última semana. A eleição está prevista para ocorrer na quarta-feita (13).

Em coletiva de imprensa para divulgar o anúncio, a bancada do PSOL reafirmou a luta por direitos sociais como prioridade da candidatura. “Nossa proposta tem coerência com a corajosa ação do PSOL nesta Casa. Será uma candidatura sem compromisso com o presidente interino e nem com o ex-presidente da Câmara que está para ser cassado. Nós temos compromisso com o povo brasileiro”, afirmou Luiza Erundina, que também é a pré-candidata do partido a prefeita de São Paulo.

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Carta de apoio aos jornalistas da Gazeta do Povo

22 jun
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Campanha do SINDIJOR em 2015 já alertava para este problema

No dia 15 de fevereiro deste ano, a Gazeta do Povo publicou matéria intitulada “TJ e MP pagam supersalários que superam em 20% o teto previsto em lei”. Na matéria, eram expostos dados – já públicos no Portal da Transparência – com os salários pagos a magistrados em 2015. Entre outras questões, abordava a remuneração de juízes, desembargadores, promotores e procuradores, com seus complementos como indenizações, pagamentos retroativos e auxílios, incluindo o auxílio-moradia.

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